Até parece que alguma coisa terminou. Mas começou. Uma nova fase.
Há um ano estávamos decidimos a mudar de casa: assinávamos um CPCV para compra de outra casa. A “do fim”. E colocávamos a casa que nos acolheu nos últimos 5 anos no mercado.
Aquele corredor. Aquele terraço. Os passeios no campo de golfe. Onde o Manuel nasceu. Onde passamos o isolamento de forma bem tranquila. Mas onde nunca nos visualizamos até “ao fim”.
Foi um ano de muitos acontecimentos. Onde por vezes andei dormente. Numa dormência que me levou a esquecer-me. A deixar-me ir. Para sobreviver a muito trabalho, arrumações, mudanças, sem casa do fim pronta, sem saber onde ir estar com 3 crianças pequenas no mês seguinte, mas com uma frieza a encarar tudo. Como que uma máscara para sobreviver.
E tudo se resolveu. Tivemos na casa do meio. Deixamos ir a casa do fim para outro fim. E encontramos uma nova casa. “A” casa.
Acredito que tudo acontece por uma razão. E sei que temos tido uma estrelinha a olhar por nós, durante este ano.
E hoje. Que do finalmente consegui começar a abrandar desde último ano. Sentada debaixo de um sobreiro, que me lembra o eu Alentejo, a ouvir a natureza numa mistura com os movimentos da cidade, sei que estamos na nossa casa do fim


[…] últimos meses (como falei aqui) foram muito intensos em vários aspectos. Se bem que quando paro acho que os últimos 3 anos foram […]
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