Carta à minha “mai” nova!
Querida baby M.

Há um ano nascia esta aventura. Mais um filho. Que dá trabalho e precisa de amor e carinho. Mas que também dá “alegrias” e uma enorme satisfação.
Fomos só ali carregar as pilhas e pensar em como me organizar melhor para mudanças que estão para chegar. Aproveitem o sol que parece que chegou (espero eu!) para ficar! 😉
Feriado, panquecas, panquecas, feriado… energia… matcha!
Os beijinhos de mãe querem-se doces, quentinhos, cheios de carinho. Os beijinhos de mãe curam tudo: as feridas que se vêem e as que estão escondidas. Os beijinhos de mãe sabem a chocolate. Os beijinhos de mãe são pegajosos (ainda que os de avós ou tias sejam mais!). Os beijinhos
Este ano na escola das Ms não houve dia da mãe, mas mês da Mãe. Cada mãe inscrevia-se para ir realizar uma atividade com todos os meninos da sala.
Se há coisa que a big M é, é gulosa. Ainda que para já controlada no que é do bom ou belheque. Mas não deixa de ser gulosa (se bem que me parece que a pequena será pior!).
E foi assim que a big M as batizou quando provou estas novas panquecas. Ficaram deliciosas e sem uma grama de cereais ;).
Uma das frases mais certeiras que ouvi desde que fui mãe, de duas, é que não há dois filhos iguais. Não posso estar mais de acordo. E a cada dia que passa as Ms vincam a sua personalidade e as suas diferenças.
Como é ser mãe de duas ao final de 15 meses?