Tarte de pêra húmida
Uma destas noites depois de deitar as Ms e ainda ter de ir para a cozinha adiantar pequeno almoço e jantar do dia seguinte, sentia-me mesmo a precisar de rematar o jantar… que já tinha sido há umas 3 horas 😅.

Uma destas noites depois de deitar as Ms e ainda ter de ir para a cozinha adiantar pequeno almoço e jantar do dia seguinte, sentia-me mesmo a precisar de rematar o jantar… que já tinha sido há umas 3 horas 😅.
Há umas semanas vi o Gordon Ramsay num vídeo no Facebook a fazer uns bolinhos de atum. Não tinha som e estava a ver de “fugida” pelo que não percebi bem todo os ingredientes que levavam. Fixei: o atum, malagueta, ervas, ovos. Pareceu-me tentar replicar para um pequeno almoço. Ou
O babe quando provou disse “este pão está mesmo bom”. O melhor de tudo, sem cereais mas está crocante e tudo. É a beleza do trigo sarraceno que permite das esta consistência ao pão. Confesso que não gosto de bolos com trigo sarraceno. O sabor é desmastrado forte. Mesmo as
Ficaram simplesmente maravilhosos. A baby M comeu, foi para o banho agarrada a um bocado e tentou “salvar” quando o desgraçado fugiu com a água do duche 😅. Sem farinha e sem açúcar, uma excelente opção para qualquer um levar para a escola/trabalho como snack ou reforço de lanche.
Sim, esta foi completamente a olho e saiu a melhor massa de todas! E, o melhor de tudo, sem qualquer farinha. Para cerca de 6 waffles. Ingredientes: 100gr de farinha de amêndoa. Uso amêndoas e trituro. Usei amêndoa sem pele 3 ovos 1 colher de sopa de óleo de côco
Há uns anos no natal descobri os “ferrero” do Sem Espiga que são fenomenais. Passou a ser o nosso mimo de natal. Fazer em casa compensa imenso mas a falta de ingredientes ou de tempo para fazer bolinhas deixa passar a oportunidade… talvez aproveite no aniversário da big M e
Para quem já me acompanha pode adivinhar que este post é sobre restos! Cá em casa nada se perde, tudo se transforma. A ideia das pataniscas de polvo surgiu da necessidade de apresentar polvo à baby M de forma que fosse mais fácil ela provar. Daí foi dar o salto
Estou com dúvidas sobre como lhe chamar… a tradicional marmelada, com a dose de açúcar que leva, fica sempre consistente. Tipo gelatina. Não usando açúcar refinado (ou outro qualquer) fica mais difícil obter essa consistência. Chega a época dos marmelos e, sendo um fruto versátil, cru não é a cena
Este desafio não é novo. Mas depois de mais de 8 meses em casa a controlar a 100% o que comia, o regresso é sempre duro principalmente quando não há alternativas boas por perto. Não sou uma pessoa de marmita. Valorizo muito a hora de almoço não só pela refeição
Esta receita entra mais uma vez na categoria: do que nós quisermos! Já fiz com pescada, com bacalhau, com atum, com atum e camarão… na prática com os restos de peixe de outro jantar qualquer.