O Rei do meu Natal…
É o peru! Adoro todo o conceito de preparação do bicho e de o comer no dia de Natal. A tradição não veio de nenhum “lado” da família. Acho que começamos nós a criar a nossa própria tradição.

É o peru! Adoro todo o conceito de preparação do bicho e de o comer no dia de Natal. A tradição não veio de nenhum “lado” da família. Acho que começamos nós a criar a nossa própria tradição.
É uma moda. Acho mesmo que é. Mas mata qualquer gula de bolos em 5 minutos! Nem sou muito destas coisas, até porque mesmo saudável prefiro evitar a facilidade de ter/comer um bolo. Ou é uma desgraça! 😅
Como escrevi aqui, com a baby M decidimos uma “nova” abordagem na introdução alimentar. A experiência com a big M, nos primeiros meses, não foi nada agradável e não me apetecia ter de passar pelo mesmo outra vez.
Quando nos preocupamos com o que comer, ainda que haja dias que “não são dias”, ir almoçar, jantar ou lanchar fora pode ser um desafio. Se almoço/jantar até se resolvem mais ou menos bem, os lanches continuam a ter uma oferta que é desafiante…
Quando preparei o menu para o aniversário da big M queria algo equilibrado entre doces e salgados. Já tinha os pasteis de bacalhau e os bolinhos de atum, mas achava que faltava mais qualquer coisa.
Bateu em mim a “gorduchice” de bolos, bolachas e bolachinhas! Deve ser do “cheiro” a Natal! Dos dias finalmente mais frios, ainda que apenas com amostras de chuva.
Desde que o ano letivo começou que chovem convites para as festas dos amigos da escola. Afinal a big M está numa turma com meninos entre 3-5 anos e os mais crescidos já pedem para fazer festas com os amigos.
Foi uma agradável surpresa perceber, durante o desafio de 28 dias do CPPP, que o trigo sarraceno não sendo um cereal (mas sim uma semente) estava “autorizado”. Não sou muito fã do sabor para bolos mas tem uma consistência óptima na substituição de alguns cereais. E fica óptimo para crepes
A escolha da base do bolo foi óbvia: o melhor bolo de chocolate… cá de casa. Afinal é mesmo o favorito da big M :). Mas gostava de fazer uma coisa mais composta. E esse era, sem dúvida, o desafio. Quanto mais crescidos mais impressionados ficam com os bolos altamente
É cliché mas é tão verdade: quem tem filhos vê o tempo passar a correr. Acho que isto acontece em qualquer idade, mas quando são pequenos e mudam tanto de ano para ano (até de dia para dia) parece mesmo que viajamos numa máquina do tempo e aterramos 4 anos